A morte de uma jovem mãe de 26 anos, responsável pelos cuidados de um filho autista não verbal de 6 anos, causou forte comoção nas redes sociais e expôs a realidade silenciosa enfrentada por milhares de famílias no Brasil.
Segundo relatos divulgados na internet, a mulher era a única responsável pelo filho e vivia uma rotina marcada por dedicação integral, noites mal dormidas e falta de apoio. A sobrecarga física e emocional teria provocado um quadro grave de exaustão, que comprometeu sua saúde.
A história chama atenção para a situação de mães solo e cuidadores que lidam diariamente com demandas intensas, muitas vezes sem acompanhamento psicológico, suporte familiar ou políticas públicas suficientes. Especialistas apontam que o cuidado contínuo, sem descanso e sem rede de apoio, pode gerar consequências severas para a saúde mental e física.