O ex-vereador Miguel Gomes Filho, conhecido como Miguelito, voltou ao centro do cenário político local ao se posicionar como pré-candidato a deputado federal nas eleições de 2026 pelo Partido Democrático Trabalhista. O movimento marca uma nova etapa na trajetória do político, que busca ampliar sua atuação para além do município, levando pautas de Marabá ao Congresso Nacional.
Com histórico consolidado na política local, Miguelito construiu sua carreira no Legislativo municipal, onde exerceu nove mandatos de vereador e chegou à presidência da Câmara em três ocasiões. Ao longo desse período, esteve à frente de momentos importantes da organização administrativa da Casa, além de participar de articulações políticas relevantes para o funcionamento do parlamento.
Entre os marcos de sua atuação está a participação no processo que resultou na estruturação da atual sede da Câmara Municipal, considerada uma das principais mudanças institucionais do Legislativo marabaense nas últimas décadas.
Além da atuação no parlamento, Miguelito também integrou o Executivo municipal. Passou pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano, acompanhando demandas relacionadas ao crescimento da cidade, e posteriormente pela área da Saúde, setor estratégico e frequentemente desafiador na gestão pública.
A pré-candidatura surge em um contexto em que lideranças locais discutem a importância de ampliar a representação de Marabá em Brasília. A possibilidade de um deputado federal com origem no município é vista por diferentes grupos como uma oportunidade de fortalecer a defesa de interesses regionais, especialmente em áreas como infraestrutura, saúde e desenvolvimento urbano.
Dentro do PDT, Miguelito passa a integrar o grupo de nomes que devem disputar espaço na Câmara dos Deputados em 2026, levando como principal bandeira a experiência acumulada na política local e o vínculo direto com a realidade da população marabaense.
Nos bastidores, a movimentação é acompanhada com expectativa. A eventual candidatura coloca em pauta não apenas um retorno ao processo eleitoral, mas a tentativa de projetar uma liderança local para o cenário nacional — em um momento em que a discussão sobre representatividade regional ganha força no debate político.