A recepcionista Marli Pereira da Silva, de 40 anos, funcionária do Grupo Correio de Comunicação, foi encontrada morta na manhã desta terça-feira (10) nas águas do Rio Tauarizinho, em um ponto localizado sob a ponte da BR-230 (Rodovia Transamazônica), nas proximidades do Bairro Cidade Jardim, em Marabá, no sudeste do Pará. A suspeita é de que ela tenha sido morta por afogamento pelo próprio marido, mas essa informação ainda não foi confirmada oficialmente pela Polícia Civil.
De acordo com informações apuradas pelo Portal Carajás Notícias, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) localizou o corpo feminino por volta das 11h30 e comunicou imediatamente a Polícia Civil do Pará, que iniciou os procedimentos de investigação. Após o resgate, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde ocorreu o reconhecimento oficial, confirmando se tratar de Marli Pereira da Silva.
Marli trabalhava há 11 anos na recepção do Grupo Correio de Comunicação e era bastante conhecida entre colegas de trabalho e moradores da Folha 33, onde residia. Segundo relatos, ela não compareceu ao trabalho nesta terça-feira, fato considerado incomum, já que dificilmente faltava ao serviço. A ausência e o telefone fora de área despertaram preocupação entre os colegas, que tentaram contato ao longo da manhã sem sucesso.
Em nota, o Grupo Correio de Comunicação lamentou profundamente a morte da colaboradora. A empresa informou que Marli não possuía parentes em Marabá e que está prestando todo o suporte necessário. No comunicado, colegas destacaram que ela era uma pessoa alegre, companheira e dedicada ao trabalho, muito querida no ambiente profissional.
A Polícia Civil instaurou procedimento para apurar as circunstâncias e a causa da morte, não sendo descartada nenhuma hipótese neste momento, inclusive a possibilidade de crime.
O local e a data do velório e sepultamento ainda não foram definidos. A decisão deverá ser tomada após a chegada de uma irmã de Marli, que reside em outra cidade.